Nem sempre é do jeito que queremos, mas do jeito que podemos. Tem horas em que precisamos abrir mão de uma coisa em pró de outra. Assim aconteceu comigo. Assim aconteceu em relação a minha corrida. Há quase um mês sem tênis, o mosaico composto com saudade, vontade, esforço, cansaço e tarefas se misturam. Faz parte. Acontece. Como na maratona, o lance é manter o ritmo para não quebrar e chegar ao fim. O fim tem mês, dia e hora, mas enquanto isso tento criar artifícios para manter a motivação e a pegada. Mas em alguns casos, a ajuda vem de fora, vem dos amigos. Vem dos amigos da corrida. Ontem depois de muito tempo (desculpem o sumiço) rolou o almoço dos corredores em um restaurante no centro. Dos cinco sorridentes, dois eu tive a grande satisfação de conhecer através da corrida e outros dois são amigos de outras épocas que acidentalmente descobrimos que tínhamos a corrida em comum. Já contei estórias com tênis em companhia de quase todos desta foto, lembranças de vitória...
:: Corrida na cabeça e o tênis nos pés