Hoje vou contar como quase condenei meu parceiro preferido de treinos. Como comentei nos últimos posts, fiquei bastante tempo parado e recomeçar não foi fácil. Não posso dizer que a amnésia foi completa, mas perdi o jeito da coisa. O primeiro obstáculo foi meu Garmin FR 610, que não queria mais saber de sincronizar o GPS com os satélites. Não que eu seja um completo neurótico com números, mas acompanho a quilometragem dos meus tênis a partir do registro dos treinos. O motivo? Em 2011 tive uma bursite no quadril ( leia clicando aqui ), mal que não desejo a ninguém. As teorias para o desenvolvimento da lesão são poucas, mas dentre elas estão a perda de amortecimento do tênis e o excesso de esforço no semestre. A primeira tese depende de controle sobre o equipamento e a segunda de bom senso. Como não darei chance para empolgação novamente, voltemos as atenções para primeira teoria e a importância do GPS do meu Garmin nela. Sem GPS, sem quilometragem. Tentei até me virar com um apli...
:: Corrida na cabeça e o tênis nos pés