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Mostrando postagens com o rótulo Garmin Forerunner 610

Meu Garmin não sincroniza(va) com os satélites

Hoje vou contar como quase condenei meu parceiro preferido de treinos. Como comentei nos últimos posts, fiquei bastante tempo parado e recomeçar não foi fácil. Não posso dizer que a amnésia foi completa, mas perdi o jeito da coisa. O primeiro obstáculo foi meu Garmin FR 610, que não queria mais saber de sincronizar o GPS com os satélites. Não que eu seja um completo neurótico com números, mas acompanho a quilometragem dos meus tênis a partir do registro dos treinos. O motivo? Em 2011 tive uma bursite no quadril ( leia clicando aqui ), mal que não desejo a ninguém. As teorias para o desenvolvimento da lesão são poucas, mas dentre elas estão a perda de amortecimento do tênis e o excesso de esforço no semestre. A primeira tese depende de controle sobre o equipamento e a segunda de bom senso. Como não darei chance para empolgação novamente, voltemos as atenções para primeira teoria e a importância do GPS do meu Garmin nela. Sem GPS, sem quilometragem. Tentei até me virar com um apli...

Garmin Brasil: confiança tem nome!

Dia 11 de agosto, dia do último treino com meu Forerunner 610 funcionando. Não houve mandinga capaz de fazer a tela sensível ao toque responder o lado ocidental simplesmente não respondia mais ao toque. Em conversa com o compadre Gláucio sobre que a Garmin havia montado uma unidade de reparo no Brasil. O processo foi bem simples. Num primeiro momento (1) descrevi o problema em um pedido de assistência, aos cumprir com os testes padrões sugeridos pelo atendente. Pouco tempo depois (2) recebi um orçamento para resolução do problema e se estivesse interessado, deveria realizar o pagamento do valor. O passo seguinte seria (3) enviar via correio o dispositivo sem acessórios para a Garmin Brasil. Fiz seguro e mandei via SEDEX. Daí foi aguardar pelo atendimento. A Garmin Brasil tem uma SLA de 30 dias úteis, mas não precisei aguardar tanto para rever meu FR 610 funcionando. Na última quarta treinei com ele. Estava como novo. Até a película protetora estava na tela para mostrar que era no...

O GPS e a selva de pedra

Não sei quantas vezes pensei que eu havia comprado um monitor cardíaco caro e porcaria. Mas o quebra-cabeça não encaixava, pois este era o segundo aparelho. O primeiro funcionara tão bem até cair da prateleira e virar uma breve recordação de muitos momentos juntos. Foram inúmeros dias esperando cinco, dez ou às vezes quinze minutos para o Garmin Forerunner 610 sincronizar com os satélites. Muitos deles eu desisti de esperar e corri sem o gps, fazendo a entrada da distância na mão. Fiz o que todo mundo faz quando tem um problema: fui ao Google. Resolvi pesquisar sobre demora na sincronização e a lista dos principais links estavam apontando para o suporte da própria Garmin. Todos remeteram para uma mesma resposta, onde o aparelho demora de três a cinco minutos para sincronizar o gps se estivesse utilizando em local com ampla visão do céu. Ampla visão do céu... a verdade veio a tona como um balde de água fria. Dos novos prédios foram construídos ao lado do meu. Será que era apenas is...

Na batida do coração

Quem acompanha o blog há algum tempo sabe o quanto preso as planilhas, principalmente as que oferecem treinos por ritmo tendo como base nossa frequência cardíaca. Estas são, na minha humilde opinião, a forma mais segura de se praticar a corrida. Estas oferecem um equilíbrio razoável entre sua condição cardio-respiratória e sua condição física. Obviamente existem outras formas de treino para quem se encontra em níveis mais abafados de treinamento, tal como as planilhas baseadas no seu  pace  (número de minutos para completar um quilômetro), ou mesmo em metas de tempo. Mas voltemos a nossa planilha baseada nas batidas do coração. A fórmula de  Karvonen Fox  tem como objetivo estimar a frequência cardíaca máxima ( fcm ) segura que seu citação desse ser exposto durante a atividade física. Para tal, foi sugerido a seguinte equação: 220 - sua idade. Me utilizando como voluntário para exemplo ficaria: 220 - 42 = 178. Em tese, eu não deveria me expor a um esforço que elev...

Garminless

Transcrevendo parte do texto da matéria   DIVERSIFIQUE , do site da   Runners   World, "o cross-training (praticar atividades complementares à corrida, como bicicleta, natação e musculação) faz muito bem para o corpo do corredor — aumenta a força e a flexibilidade dos músculos não usados na corrida, previne lesões ao corrigir desequilíbrios musculares, evita o tédio e o estresse da rotina nas pistas". É a mais pura verdade!   Completei   esta minha terceira semana de musculação e natação podendo ratificar a  afirmação  feita no periódico. Puxar (ou empurrar) o ferro reforçou principalmente a musculatura das panturrilhas, quadríceps e da lombar (sem falar nos há muito abandonados membros superiores). Outro benefício da diversificação foi o restabelecimento da motivação. Consegui retornar a rotina depois de tanto tempo. O plano B está   funcionando. Tiro   pelos treinos que, apesar dos quase dois meses inativo, corri praticamente em ritmo d...