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Mostrando postagens com o rótulo Garmin

Prudência, termoterapia e fé

Em 2017 em sofri uma lesão grave na panturrilha direita e desde então eu não conseguia completar 12 semanas de treinos consecutivos. Sempre que tentava retomar, a lesão ressurgia após algumas semanas treino. No final de março bateu uma vontade de retornar. Lá fui eu para o primeiro mês de treinos intervalados. Um minuto caminhando e um minuto correndo, antes de encarar a velha planilha de 8 semanas. Foram 4 semanas ótimas, que trouxeram confiança para seguir em frente e começar o desafio. O susto veio na sexta semana de treino, quando a panturrilha voltou a dar sinais de que não aguentaria o tranco, mas com muita termoterapia e muita massagem controlei a crise.  Lá se foram 268 Km em 2021, maior distância percorrida em 4 anos. Espero que sejam os primeiros de muitos até dezembro 👊🏾. O problema não é cair, mas perder a vontade de se levantar. Vamos em frente!

Meu Garmin não sincroniza(va) com os satélites

Hoje vou contar como quase condenei meu parceiro preferido de treinos. Como comentei nos últimos posts, fiquei bastante tempo parado e recomeçar não foi fácil. Não posso dizer que a amnésia foi completa, mas perdi o jeito da coisa. O primeiro obstáculo foi meu Garmin FR 610, que não queria mais saber de sincronizar o GPS com os satélites. Não que eu seja um completo neurótico com números, mas acompanho a quilometragem dos meus tênis a partir do registro dos treinos. O motivo? Em 2011 tive uma bursite no quadril ( leia clicando aqui ), mal que não desejo a ninguém. As teorias para o desenvolvimento da lesão são poucas, mas dentre elas estão a perda de amortecimento do tênis e o excesso de esforço no semestre. A primeira tese depende de controle sobre o equipamento e a segunda de bom senso. Como não darei chance para empolgação novamente, voltemos as atenções para primeira teoria e a importância do GPS do meu Garmin nela. Sem GPS, sem quilometragem. Tentei até me virar com um apli...

Um leão todos os dias

No início da semana eu a passeava pelo painel do Garmin Connect até que parei no relatório de mensal de treinos. Olhei para aquelas barras azuis lembram o quanto correr é bom e as coisas boas que a corrida me propicia. Em meio a um suspiro olho para segunda metade do gráfico, onde a maior parte espaço está em branco, ou com insignificantes marcas azuladas. Nos últimos seis meses treinei em torno de 130 km, algo que faço normalmente em um único mês. Vieram a lembranças e uma citação que ouvi em uma das palestras do Mário Sérgio Correria. Nem tudo que quero e devo, posso. Nem tudo que posso e devo, quero. E nem tudo que quero é posso, devo. Está é a vida. Um leão todos os dias. Em meios desafios e aquilo que posso, devo ou quero está a corrida. Mais um recomeço. Vamos em frente!

Garmin Brasil: confiança tem nome!

Dia 11 de agosto, dia do último treino com meu Forerunner 610 funcionando. Não houve mandinga capaz de fazer a tela sensível ao toque responder o lado ocidental simplesmente não respondia mais ao toque. Em conversa com o compadre Gláucio sobre que a Garmin havia montado uma unidade de reparo no Brasil. O processo foi bem simples. Num primeiro momento (1) descrevi o problema em um pedido de assistência, aos cumprir com os testes padrões sugeridos pelo atendente. Pouco tempo depois (2) recebi um orçamento para resolução do problema e se estivesse interessado, deveria realizar o pagamento do valor. O passo seguinte seria (3) enviar via correio o dispositivo sem acessórios para a Garmin Brasil. Fiz seguro e mandei via SEDEX. Daí foi aguardar pelo atendimento. A Garmin Brasil tem uma SLA de 30 dias úteis, mas não precisei aguardar tanto para rever meu FR 610 funcionando. Na última quarta treinei com ele. Estava como novo. Até a película protetora estava na tela para mostrar que era no...

Estímulos

Há muito e muito tempo atrás ouvi em uma palestra a seguinte frase: "se você quer algo de diferente em sua vida, você precisa fazer algo de diferente em sua vida". Obviamente esta frase tem um cem números de empregos, dependendo do momento em que cada um de nós estejamos vivendo. Como estou me preparando para uma série de corridas de 10 km, esta frase veio a tona justamente pela diversidade dos treinos das últimas semanas. Tiros curtos, médios e longos. Ladeiras, areia fofa e dura, além do clássico asfalto. Tudo isso para convocar novas partes do corpo para a corrida. Afinal, correr mais rápido é um novo tipo de exercício e exige uma nova postura. O meu primeiro cuidado nesta nova fase de desenvolvimento foi tentar não imitar os velocistas, pois a postura deles não possui aplicabilidade em nosso universo de longas distâncias. Claro que no primeiro dia de treino, inspirado ainda pelo mundial de atletismo fiz os tiros de 30 segundos como se fizesse parte de um revezamento...

Treino na areia

Definida a meta para o segundo semestre, o novo ciclo de treinamentos fora iniciado. E como todo bom ciclo, a ênfase ao ganho de resistência e força marca a primeira fase de treinos. A velocidade vem quase como uma consequência na segunda metade do ciclo de treinamento, quando estaremos próximos da prova-alvo. Neste primeiro período eu tenho convivido com treinos intervalados, tiros, ladeiras e a areia. Até aqui, tudo bem. A novidade veio neste último final de semana: tiros na areia! Se o devagar e sempre na areia é um exercício intenso, imagine o que são os tiros na areia. É o que vou tentar compartilhar com você. Por conta dos longos treinos para maratona, me acostumei a aferir uma frequência cardíaca baixa. Mas uma série de tiros curtos na areia trouxe de volta aquela sensação asfixiante do máximo esforço e uma inesperada serenidade. O mundo a volta fica silencioso e o ruído da respiração e as batidas do coração parecem ensurdecedoras. Trinta segundos a toda e o mesmo...

É importante registrar seus treinos?

Nem foi uma ou duas pessoas que já comentaram sobre o "E lá se vão" que mantenho no grupo aberto André e o tênis no facebook. Me disseram que motiva. Outros se impressionam com os mais de quatro mil quilômetros corridos. Uma vez um ultra maratonista me cumprimentou pelo feito, mas tive que dizer que esta quilometragem era referente ao três anos e pouco de treinos e não ao trabalho do último ano (meu Deus! Eles rodam tranquilamente três mil ao ano). Eu decidi registrar meus treinos desde o princípio, após ler em uma revista Runners sobre os efeitos deste pequeno hobby. Tais como: 1. Manter o foco. Você é o que você pensa. Simples assim. Muitas vezes pensamos no exercício apenas quando chega a hora do treino. Se você, como eu, trabalha e tem outro cem número de compromissos na semana separa o equivalente a 2% ou 3% do seu tempo da semana para lembrar da corrida. Se o treino fosse uma pessoa, possivelmente você nem saberia o nome dela pela falta de contato. 2. Defin...

Treinos baseados em intensidade ou contra o relógio: qual o melhor?

Este vai ser meu terceiro verão de treinos. É um período em que prefiro me dedicar a velocidade, as provas curtas, pois acho muito sacrificante enfrentar qualquer coisa além dos cinco quilômetros com o calor do Rio de Janeiro nesta época do ano. Nos dois primeiros anos usei planilhas que definiam a intensidade dos treinos baseando-se na frequência cardíaca, que me trouxeram bons resultados. Este terceiro ano de treinos começa com uma nova proposta. A planilha My Asics sugere os treinos de qualidade baseados em ritmo, isto é, controle do tempo. Assim, no domingo saí para o primeiro treino deste novo microciclo. Nada demais. Dez minutos de aquecimento em corrida leve, cinco quilômetros com o ritmo médio entre 6'00" e 6'30" e por fim dez minutos de desaceleração. No segundo treino seriam três tiros de um quilômetro com três minutos de corrida leve entre eles para recuperar o fôlego. O detalhe é que o ritmo dos tiros deveria ser entre 4'50" e 5'15". P...