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Mostrando postagens com o rótulo corrida de rua

Tenha fé e alegria

Hoje foi dia corrida! Foi dia de colocar a prova as 8 semanas de treinos. Ver qual seria meu melhor, depois de tanto tempo parado. Analisando os treinos de resistência nas últimas duas semanas cheguei a conclusão que a meta seria correr abaixo de 31'36". Nada excepcional se pensar nos velhos tempos, mas este era o desafio para quem e estou hoje. Era, porque encontrei um bom ritmo de corrida e mesmo com o calor preocupando um pouco, ao final o cronômetro marcava 31'02". Fazer o melhor com o que você tem. Talvez esta seja a melhor definição para EMPENHO. Boas passadas e vamos em frente!

Runkeeper Global 5K

Esta "brincadeira" com o #RKGLOBAL5K trouxe adrenalina para o último dos 24 treinos do segundo ciclo. Colocar um número de peito sempre desperta uma energia diferente. Não importa onde seja a corrida. Parece que vira uma chave e nada diferente de 100% é satisfatório. Fiz o aquecimento e segui para o ponto de largada do Tempo Run. Apertei o start do FR610 e sentei o pé no asfalto. O desafio era correr os 5 km em ritmo forte (zona 4). Sinceramente não tinha certeza se conseguiria, mas desafio é desafio. No trecho de ida tive dificuldades para correr abaixo de 05:44 min/km, até pelo aclive no sentido Praia das Flechas. Depois do retorno, a leve descida me ajudou a recuperar energias para atravessar a Praia de Icaraí em ritmo mais forte, baixando o pace para 05:36 min/km. Comecei a fazer conta para ver se conseguiria bater os 28 minutos da previsão. Tentei puxar o ritmo ainda um pouco mais até o alarme apitar. Parei e olhei para o display que marcava 28:01. Caramba! Não é que ...

Será que já consigo correr os 5K abaixo de 28 minutos?

Esta foi a pergunta que fiz depois de analisar o log do @garminbrasil . Os dois treinos intervalados da semana, além de dores musculares, me trouxeram confiança de que o treino satisfatório e minha evolução adequada e sem riscos. Hoje cedo foram 4 tiros de 1 km com pace na casa dos 5'30"/km, mas jogo é jogo e treino é apenas treino. Ainda existe outra variável nesta história: 5 km inteiros. É preciso resistência para manter a intensidade. Estou um tanto cético, pois são apenas 14 semanas de treinos regulares. Em 9 dias eu vou colocar tudo a prova num Tempo Run. Só preciso definir o local. #corridaeasma

Você é competitivo?

Você persegue seus tempos? Prático esportes desde que me entendo por gente. Sempre gostei de uma disputa. Acho que o desafio é uma das melhores formas de nos desenvolvermos. Retornar a corrida está sendo uma experiência gratificante, mas ainda não me vejo em uma prova. Semana que vem termino o segundo microciclo de treinos, certo de que farei mais um ou dois antes de colocar um número no peito para correr. E você, também desafia seus limites?

90 dias: avaliando a evolução

O corpo é realmente uma máquina fantástica. Há 90 dias quando retomei os treinos, a corrida leve (dentro da zona de esforço correta) só era possível num ritmo de aproximadamente 9'/km (perto de 6 km/h). No último treino desta semana sustentei um regenerativo de 40 minutos com o ritmo perto de 7,30"/km (pouco mais de 8 km/h), algo impensável em abril. Vamos ver como o corpo responderá aos intervalados e a evolução da velocidade das minhas passadas. Acompanhar os registros também é uma forma de buscar motivação. Ver o calendário todo marcado de treinos realizados é reflexo de uma disciplina e dedicação diferenciadas.

Niterói a 15 graus, coisa rara para o corredor fluminense

Segundo especialistas se temperatura estiver entre 10 e 15 graus o corredor poderá desenvolver sua melhor corrida (mais detalhes na reportagem do Eu Atleta clicando aqui ). Como vocês sabem, o Rio de Janeiro (e arredores) primam pelas altas temperaturas. Assim, amanhecer um dia com a temperatura na casa dos 13 graus é algo raro e inusitado. Foi assim que saí hoje para treinar, enquanto a maioria esmagadora dos cariocas se entrincheirava debaixo de seus cobertores. Este lance de temperatura é tão incrível que preciso compartilhar uns números com você. Durante os 3 treinos desta semana tive tiros fortes, variando apenas na duração. No treino da quarta os tiros tive 4 tiros de 3 minutos. Na sexta 5 tiros de 400 metros (mais ou menos 2 minutos) e hoje cedo tiros de 2 km (algo perto de 11 minutos). Os treinos da quarta e sexta a temperatura estava em torno dos 24 graus e como o tempo de esforço foi muito próximo, o pace também não foi muito diferente. O treino de hoje tinha tudo para ter...

O que existe de novo sobre a asma?

Há algumas semanas esbarrei com uma entrevista muito interessante no Consultório CBN sobre a asma. Apesar de acompanhar de perto minha doença, acabei esbarrando em informações interessantes que me trouxeram algum conforto e conformismo. A medicina evoluiu e trouxe novas informações (ao menos para mim) de como lidar com esta doença congênita. Clique aqui para ouvir o podcast . Vamos em frente.

1 mês depois...

Realizei 11 dos 12 treinos previstos para o período. Um feito apesar das crises respiratórias que tem me perseguido. Verdade também que muitos treinos foram em intensidade abaixo do desejado, mas é difícil correr respirando pelo canudinho . Paralelamente a corrida sigo com a medicação na esperança de reencontrar os velhos tempos.

O náufrago e o corredor

A situação está ficando melhor a cada dia, tanto que não parei sequer para fazer o registro do sexta. Mas o melhor veio no domingo, com um treino totalmente dentro da frequência cardíaca programada e com o discreto aumento de velocidade no intervalado. Foi muito bom correr mais de cinco quilômetros depois de tanto tempo e perceber que o corpo ainda gosta do exercício. O sistema respiratório vem melhorando, mas ainda sofro bastante no início dos treinos e nos dias sem treino. Sigo com o uso eventual da bombinha para manter a asma controlada. O momento atual me remeteu a uma cena do filme o náufrago, interpretado por Tom Hanks, onde ele sofreu para escapar da arrebentação, ganhar o oceano, e consequentemente um caminho para sua liberdade. Não foi fácil, nem haveria ser. Foi preciso muito planejamento e transpiração para chegar aquele dia com chances reais sucesso.  No "exílio" de meus pensamento preciso encontrar um jeito de conciliar compromissos, responsabilidades e a corr...

Recomeço

Olá. Me chamo André. Eu tenho asma. Mas apesar dela, eu sempre adorei praticar esportes. Desde pequeno. Corri como toda criança, andei de bicicleta, brinquei na praia, na piscina, mas alguns dias por um motivo que sempre desconheci ela aparecia. Me acordava a noite se sufocando, impedindo minha respiração. Dali em diante eram horas de agonia para que os remédios fizessem efeito e me tirassem da crise. Foi assim por muito tempo. Muito mesmo. Dizem que muita gente se livrou da asma quando chegou a maior idade. Sinceramente, nunca tive esta esperança, pois ela sempre me espreitou. Nunca se ausentou por tempo suficiente para eu achar que havia me livrado dela. Asma. Minha asma. Aprendi na prática que qualquer atividade aeróbica ajudava a controlar a minha asma. No início eu acreditava que apenas a natação conseguia me ajudar a domar este monstro, mas os anos de corrida me mostraram havia solução também fora d'água. E assim corrida de tudo um pouco.  Provas de cinco, dez, meias e até...

Vanderlei Cordeiro teve a honra de acender a pira olímpica

Em 2004 o esporte que eu praticava e respirava era o volei. Valia na quadra, na areia, no video game ou um simples ataque/defesa para esquentar a mão. Quase que sem querer, com a televisão ligada para passar o tempo eu ouvia uma narração muito animada da maratona. Um brasileiro estava na frente. Eu tentei puxar na memória algo sobre atletismo e não me veio nada sobre maratonistas. Lembrei do salto triplo, do salto em distância, dos revezamentos, mas nada sobre corrida de longa distância. Eu tentava entender como "aquele desconhecido" ganhava com uma vantagem absurdamente grande a mais tradicional prova olímpica, até que apareceu aquele maluco. O resto da história vocês já sabem, pois aquela cena está impressa na mente de todos os brasileiros. Em 2010, quando comecei minha história como corredor, eu não sabia literalmente nada sobre este universo chamado corrida. Tinha apenas uma referência, que li e refleti com muita satisfação. Suas citações sempre simples e objetivas....

E lá se foram 7.000 km

E lá se foram 7.000 km. Mais de 680 treinos nestes 6 anos. Muitas histórias, experiências, alegrias e planilhas. Desde que comecei a correr uso planilhas para treinar. Planilhas genéricas, ou personalizadas. Todas valem, pois estas possuem as três fases distintas para o desenvolvimento do corredor: (1) condicionamento, (2) força e (3) polimento. Tudo bem arrumadinho para quem quer se preparar para próxima corrida. As planilhas da O2 são as minhas favoritas. Normalmente divididas em micro ciclos de 4 semanas, elas propiciam uma boa evolução, sem descartar importantes intervalos para descanso do corpo. No último domingo concluí as primeiras 4 semanas de treino depois de muito tempo. Neste período teve frequência cardíaca alta, dores musculares, mas por fim as coisas começaram a entrar nos eixos. Tendo ainda 9 semanas para prova alvo, comecei a quinta semana (de treinos leves) com parte do tempo na areia fofa. Bom para fortalecer, tendões, tornozelos e panturrilhas para os treinos ...

Do jeito que dá

A crise realmente chegou para todos. Da mesma forma que Lelo Apovian relata (na matéria A corrida não pode parar , publicada recentemente no site da Runners World Brasil) que a vida não está fácil para quem vive da corrida, não está fácil para nós que desafiamos o orçamento do mês para encaixar eventualmente acessórios e inscrições nas despesas mensais. É preciso se planejar e saber quanto é quando gastar. Nestas horas relembro de informações cortadas nestes anos de corrida. Uma que se aplica bem a este momento foi dita pelo nosso melhor maratonista (na minha humilde opinião) de todos os tempos. Vanderlei disse que se preparava para participar em alto nível de suas provas em média num ano. Particularmente algo sensato até para nós amadores, já que a maioria das planilhas treino (genética ou não), sugerem oito semanas de treino para um prova. Além de bom adequado, fisiologicamente dizendo, faz bem para o bolso nos dias atuais. Muitas organizações sabendo que as pessoas serão mais cri...

Um leão todos os dias

No início da semana eu a passeava pelo painel do Garmin Connect até que parei no relatório de mensal de treinos. Olhei para aquelas barras azuis lembram o quanto correr é bom e as coisas boas que a corrida me propicia. Em meio a um suspiro olho para segunda metade do gráfico, onde a maior parte espaço está em branco, ou com insignificantes marcas azuladas. Nos últimos seis meses treinei em torno de 130 km, algo que faço normalmente em um único mês. Vieram a lembranças e uma citação que ouvi em uma das palestras do Mário Sérgio Correria. Nem tudo que quero e devo, posso. Nem tudo que posso e devo, quero. E nem tudo que quero é posso, devo. Está é a vida. Um leão todos os dias. Em meios desafios e aquilo que posso, devo ou quero está a corrida. Mais um recomeço. Vamos em frente!

RESENHAS: Revista Runners #155 (parte 1)

Corredor de Verdade Há 99 edições atrás eu havia escrito minha última resenha sobre uma revista. Faz tanto tempo que a revista hoje está sendo publicada por outra editora, mas a sua essência foi mantida. O material está ali para quem está pronto para lê-lo. Para buscar naquelas linhas algo para se inspirar, ou algo para corroborar esta vida de corredor que levamos. A matéria do Fausto fala sobre ser corredor (amador). Vale para o jovens ou master , magro ou gordo, para baixo ou alto, rápido ou lento, que treina muito ou pouco, por estética ou saúde. O que importa é correr. Cada carrega dentro de si o motivo para colocar o par de tênis e desbravar as ruas de onde mora, ou gastar a lona da esteira. Afinal, qual é o seu motivo? Números da Maratona do Rio 29 mil corredores de verdade participaram do evento que possuía 3 distâncias: 42 km, 21 km e 6 km (Family Run). As mulheres preencheram as fileiras nas seguintes proporções: 30%, 53% e 70%. Os números refletem minha...

Corrida Social

Na manhã deste domingo tivemos a Corrida Social , com largada nos arredores do MAC, em Boa Viagem (Niterói,RJ). Haviam dois desafios: 4,5 e 9 km. A paisagem invejável da Baía de Guanabara foi um atrativo a mais neste dia chuvoso. Quem se arriscou pegou ao menos uma temperatura amena (para nossos padrões), na casa dos 23ºC. Compartilhe suas experiências conosco no grupo ou na fanpage .

Rebuild

Umas das coisas que mais admiro nesta vida é a possibilidade de mudar as coisas. De desenvolver, criar, crescer. Uma das coisas que mais tenho receio nesta vida é o imponderável, pois ele é a pitada de improvável em nossos planos, mas como diria  Darwin , os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência . E assim vou eu após praticamente cinco meses sem colocar o tênis. Sair hoje cedo (não tão cedo quanto nos velhos tempos) para meu primeiro treino do ano foi muito bom. Não aconteceu nada de novo ou inesperado. Trote leve por quarenta minutos, coração com frequência alta e algumas dores de um corpo há muito abandonado. O céu de outono azulado e sem nuvens era mesmo de outros anos. Os poucos corredores que acordam cedo eram praticamente os mesmos. O que mudou? Tudo, pois a cada passo ficamos mais fortes, mais resilientes e capazes de buscar o melhor para nós e para àqueles que nos cercam. É a busca incansável pelo equilíbrio corpo/mente para v...

Davi e Golias

Nos últimos dias estava pensando na antiga estória de Davi e Golias, onde o pequeno pródigo venceu o gigante. Foi difícil não associar aquela situação a que estou vivendo recentemente, onde fui derrotado por um pequeno mosquito. Sim, ele foi responsável por me derrubar. Sua funda se chama zika . A gente fica fraco, cheio de pintas vermelhas pelo corpo, dor nas juntas e mãos inchadas. Lá se foram 7 dias e... ainda estava meia boca. Ali com 10 dias eu pude dizer que tinha condições reais de voltar a vida normal, sem pintas, inchaços ou dores significativas. Ainda me sinto fraco, mas tenho esperança de tentar um trote durante estes dias de carnaval. Quem sabe no domingo, ou mesmo na segunda. Uma hora tenho que consegui retornar. Olho para o velho companheiro de alvorada saudoso, das cores, cheiros e... da endorfina. Boas passadas.

Há tempos...

Estava analisando meus registros destes quase seis anos como corredor amador e percebi como a virada do ano sempre foi agitada na minha vida. Cada ano teve um motivo para eu não estar treinando neste período. Trabalho, contusões, filhos pequenos, saúde... acho que não falta mais nada. Lá se vão dez semanas sem colocar o tênis para ver a alvorada. Tem feito falta para o corpo e para cabeça. Ao contrário do que você pode pensar, talvez a corrida faça mais bem à cabeça do que ao corpo. Apesar de ser um exercício físico, trata-se de uma grata oportunidade para mente não fazer nada. Nada! Nada realmente, além de trabalhar instintivamente para controlar nosso equilíbrio e respiração. Muitos dizem que este é o momento perfeito para os insights , pois a cabeça está livre das preocupações do cotidiano (ou deveria). Por falar em insights , escrever novamente para o blog é o meu primeiro ato consciente de retorno aos treinos. Como já foi dito por muitos, nós somos o que pensamos . No que...

Etapa verão do Circuito das Estações pinta o Aterro de vermelho

Mais uma vez tive a oportunidade de encontrar alguns amigos que compartilham a felicidade e a disposição com um tênis. Eu realmente estava em ritmo de festa. Acordei em cima da hora, joguei as coisas na mochila e parti para o Aterro do Flamengo. Até chegar ao Monumento dos Pracinhas eu ainda me perguntava se iria correr 5 ou 10 quilômetros, ainda mais quando percebi que havia esquecido o cinto do monitor cardíaco. A estratégia em cima de uma corrida leve já era. Iria ser na base da força como um bom cavaleiro jedi . Chegamos com tempo de sobra, o que facilitou na retirada do chip e no guarda volumes. Tiramos as primeiras fotos e ainda deu tempo para alguns cumprimentos antes do aquecimento, inclusive com o Leandro (e esposa), velho companheiro de trabalho. Foi dia também de gente nova no grupo. A Sylvania, amiga da Marta, vinha com uma meta boa: correr para algo perto de 1 hora 10 minutos, fato que me interessou. Se eu tivesse pique para correr a prova toda, havia calculado que l...