Começarei esta narrativa na semana que antecede a prova, pois esta é motivo de muita festa para mim. Assim, não quero perder nenhum detalhe no futuro quando reler estes escritos. Depois de praticamente oito meses longe de uma competição, aquele friozinho na barriga deu o ar da graça. Era o desejo de fechar com chave de ouro um longo ciclo de dores, repouso forçado e treinos. As dez semanas de treino foram realizadas sem contra-tempos e parte do condicionamento foi recuperado. Não vou para tentar superar meu recorde pessoal, mas para celebrar a continuidade de um jeito novo de viver. Se der para fazer um bom tempo, ótimo. Caso contrário, me daria por satisfeito por simplesmente poder correr. Finalmente chegamos a semana da prova. Chegou a hora do primeiro teste do ano. O treino que fiz na segunda teve 42 minutos de duração e consegui manter o ritmo abaixo dos 6 minutos. O mesmo ocorreu no treino de quarta-feira, que inclusive fiz sem o monitor cardíaco. Ainda no aquecimento eu fique...
:: Corrida na cabeça e o tênis nos pés