Quando ele abrira os olhos percebera que ainda era noite. Algum horário na madrugada a dentro, devido ao profundo silêncio que o cercava. Com medo ele sentou sob seus joelhos e apoio as mãos na cama em busca de uma posição mais confortável. Ele se sentia fraco e o esforço para sequestrar o ar que necessitava para respirar o fazia transpirar. A sensação de asfixia era tamanha, que a melhor descrição é comparar ao esforço em uma prova de 5 Km, no máximo de suas forças, mas tentando respirar através de um canudinho de refrigerante. O sibilar de sua respiração não demorou muito a chamar a atenção de sua mãe, que buscou rapidamente o vaporizador para iniciar o tratamento. Ele não vira sua mãe colocar soro e remédio no recipiente. Tão pouco percebera os minutos que o dispositivo necessitou para começar a emanar o vapor mentolado. O garoto com ajuda da mãe aproximou-se do feixe de vapor para tentar inaiá-lo. Passaram minutos, difícil dizer quantos, até que a respiração do garoto começara a...
:: Corrida na cabeça e o tênis nos pés