Pular para o conteúdo principal

Lesões

Existem vários tipos de lesões. Lesões que a simples redução de intensidade são curadas e outras que nos livramos apenas com a interrupção total dos treinos. Chato? Frustrante? De deixar pê da vida? Com certeza, mas é melhor parar e se curar do que arrumar um problema crônico. Escrevo estas linhas, pois minha panturrilha esquerda estourou no início de dezembro. Paciência é a palavra do momento e aproveitar o tempo disponível para resolver outras coisas.
Treinadores indicam que para cada semana de treino perdido, precisamos de outras três para recuperar o condicionamento. Se você é um aficionado por metas e recordes pessoais, ajuste suas expectativas para este período. Adie o desafio. Programe mais para frente a prova para você chegar mais inteiro. Em relação a prova inscrita? O que fazer? Talvez seja uma ótima oportunidade para ser o coelho de algum amigo(a) iniciante, ou com ritmo um pouco mais baixo que o seu. No passado tive ajuda e também já ajudei vários amigos. É gratificante demais participar das conquistas de nossos amigos. Um tipo de felicidade, maior inclusive, que a nossa.
Se machucar nunca é bom, mas podemos tirar algo de bom de qualquer situação. Como eu disse, cabe a cada um olhar para o copo e decidir se ele está meio vazio ou meio cheio.
Fonte: inspirado na coluna pelotão de frente da Revista Runners. Dez, 2014


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Do jeito que dá

A crise realmente chegou para todos. Da mesma forma que Lelo Apovian relata (na matéria A corrida não pode parar, publicada recentemente no site da Runners World Brasil) que a vida não está fácil para quem vive da corrida, não está fácil para nós que desafiamos o orçamento do mês para encaixar eventualmente acessórios e inscrições nas despesas mensais. É preciso se planejar e saber quanto é quando gastar. Nestas horas relembro de informações cortadas nestes anos de corrida. Uma que se aplica bem a este momento foi dita pelo nosso melhor maratonista (na minha humilde opinião) de todos os tempos. Vanderlei disse que se preparava para participar em alto nível de suas provas em média num ano. Particularmente algo sensato até para nós amadores, já que a maioria das planilhas treino (genética ou não), sugerem oito semanas de treino para um prova. Além de bom adequado, fisiologicamente dizendo, faz bem para o bolso nos dias atuais. Muitas organizações sabendo que as pessoas serão mais criteri…

Asics, Fundação do Câncer e o GEL-Noosa TRI 10

A Asics e a Fundação do Câncer chegam ao terceiro ano de uma campanha, onde 10% da receita da compra de produtos da coleção Accelerate Hope será doada para a Fundação do Câncer. Pesquisando sobre o modelo do tênis envolvido na campanha descobri que este foi feito para pronadores como eu!
A Edição especial da série GEL-Noosa TRI 10 com cores comemorativas da campanha Accelerate Hope, além do visual, a nova entressola Solyte e a placa Propulsion Trusstic garantem melhor amortecimento e resposta mais rápida durante as passadas. A altura do calcanhar reduzida oferece mais performance com um contato mais eficiente.
O que eu sei sobre este modelo?
Praticamente nada. Um verdadeiro tiro no escuro. O blogueiro Victor Caetano deixou seu feedback sobre o modelo no Corrida Urbana. Vale a leitura. O que me chamou atenção foi o menor peso em relação ao Kayano, referência para quem tem pisada pronada (na minha humilde opinião).
O tênis é muito difundido entre triatletas e o cardaço elástico foi feito ju…

Rebuild

Umas das coisas que mais admiro nesta vida é a possibilidade de mudar as coisas. De desenvolver, criar, crescer. Uma das coisas que mais tenho receio nesta vida é o imponderável, pois ele é a pitada de improvável em nossos planos, mas como diria Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência. E assim vou eu após praticamente cinco meses sem colocar o tênis.
Sair hoje cedo (não tão cedo quanto nos velhos tempos) para meu primeiro treino do ano foi muito bom. Não aconteceu nada de novo ou inesperado. Trote leve por quarenta minutos, coração com frequência alta e algumas dores de um corpo há muito abandonado.
O céu de outono azulado e sem nuvens era mesmo de outros anos. Os poucos corredores que acordam cedo eram praticamente os mesmos. O que mudou? Tudo, pois a cada passo ficamos mais fortes, mais resilientes e capazes de buscar o melhor para nós e para àqueles que nos cercam. É a busca incansável pelo equilíbrio corpo/mente para viver de uma única m…