O dia amanhaceu com um céu azul, coisa que não víamos desde a semana passada quando enfrentamos temperaturas de 46°C aqui no Rio de Janeiro. Tempo louco, pois uma semana depois eu saía para correr com incríveis 16°C. Tem sido difícil manter a saúde com oscilações de temperatura como estas. Após praticamente três semanas a meia boca e tendo feito metade dos treinos programados, entreguei os pontos e reconheci que o caos havia se instaurado. Depois de dois anos e meio treinando eu estava vivendo um momento de preguiça. Perdi o ritmo. A sinergia se perdera com a ausência de rotina, da consistência. Passei a semana tentando levantar mais cedo para correr, mas a mente não convencia o corpo a se levantar, ou o corpo não conseguia convencer a mente a despertar. Mas na última quinta-feira algo muito curioso aconteceu. Eu pude ver a teoria de Edward Lorenz me materializar em minha vida. Assim como o bater de asas de uma borboleta “é capaz” de gerar um tufão do outro lado do planeta, os mais de...
:: Corrida na cabeça e o tênis nos pés