Pular para o conteúdo principal

Run The Night volta a São Paulo

Depois de receber 5 mil atletas em 2013, Cidade Universitária será palco de mais uma corrida noturna de revezamento.

Pelo segundo ano consecutivo, os corredores terão a oportunidade de participar da Run The Night, a primeira corrida noturna de revezamento da América Latina. Na noite do dia 30 de agosto, às 19h, as ruas da Cidade Universitária, em São Paulo, serão tomadas pelos atletas que – assim como em 2013 – poderão encarar o desafio sozinho, nos 21 km, ou formar times com dois ou quatro amigos – que correm 10,5 km e 5,25 km, respectivamente.

No ano passado, 5 mil corredores aproveitaram, além da corrida, uma arena interativa e conectada, cheia de atrações, muita música, luzes e malabaristas encarregados do entretenimento. Painéis de neon e tinta glow completam a agitação do local.

São duas opções de kit (valores do primeiro lote):
  • Econômico (R$ 79 - individual; R$ 158 - dupla; R$ 316 - quarteto)Gym Sack e camiseta de manga curta (os concluintes também ganham medalhas).

  • Premium (R$ 109 - individual; R$ 218 - dupla; R$ 436, quarteto)Gym sack, camiseta de manga curta e outra de manga longa (os concluintes também ganham medalhas).

Com a temperatura mais amena à noite, a Run The Night é uma boa oportunidade para estrear ou baixar o tempo na meia-maratona. Além disso, nada melhor que correr entre amigos e, claro, quebrar suas marcas nos 5 e 10 km. Outro benefício da corrida noturna para quem gosta de dormir até mais tarde, pois não corre o risco de perder a hora.

Para garantir seu lugar – e de seus parceiros de corrida – na Run The Night, acesse o site www.runthenight.com.br. Você também encontra mais informações, imagens do kit e muito mais.

Fonte: Iguana Sports

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Do jeito que dá

A crise realmente chegou para todos. Da mesma forma que Lelo Apovian relata (na matéria A corrida não pode parar, publicada recentemente no site da Runners World Brasil) que a vida não está fácil para quem vive da corrida, não está fácil para nós que desafiamos o orçamento do mês para encaixar eventualmente acessórios e inscrições nas despesas mensais. É preciso se planejar e saber quanto é quando gastar. Nestas horas relembro de informações cortadas nestes anos de corrida. Uma que se aplica bem a este momento foi dita pelo nosso melhor maratonista (na minha humilde opinião) de todos os tempos. Vanderlei disse que se preparava para participar em alto nível de suas provas em média num ano. Particularmente algo sensato até para nós amadores, já que a maioria das planilhas treino (genética ou não), sugerem oito semanas de treino para um prova. Além de bom adequado, fisiologicamente dizendo, faz bem para o bolso nos dias atuais. Muitas organizações sabendo que as pessoas serão mais criteri…

Asics, Fundação do Câncer e o GEL-Noosa TRI 10

A Asics e a Fundação do Câncer chegam ao terceiro ano de uma campanha, onde 10% da receita da compra de produtos da coleção Accelerate Hope será doada para a Fundação do Câncer. Pesquisando sobre o modelo do tênis envolvido na campanha descobri que este foi feito para pronadores como eu!
A Edição especial da série GEL-Noosa TRI 10 com cores comemorativas da campanha Accelerate Hope, além do visual, a nova entressola Solyte e a placa Propulsion Trusstic garantem melhor amortecimento e resposta mais rápida durante as passadas. A altura do calcanhar reduzida oferece mais performance com um contato mais eficiente.
O que eu sei sobre este modelo?
Praticamente nada. Um verdadeiro tiro no escuro. O blogueiro Victor Caetano deixou seu feedback sobre o modelo no Corrida Urbana. Vale a leitura. O que me chamou atenção foi o menor peso em relação ao Kayano, referência para quem tem pisada pronada (na minha humilde opinião).
O tênis é muito difundido entre triatletas e o cardaço elástico foi feito ju…

Rebuild

Umas das coisas que mais admiro nesta vida é a possibilidade de mudar as coisas. De desenvolver, criar, crescer. Uma das coisas que mais tenho receio nesta vida é o imponderável, pois ele é a pitada de improvável em nossos planos, mas como diria Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência. E assim vou eu após praticamente cinco meses sem colocar o tênis.
Sair hoje cedo (não tão cedo quanto nos velhos tempos) para meu primeiro treino do ano foi muito bom. Não aconteceu nada de novo ou inesperado. Trote leve por quarenta minutos, coração com frequência alta e algumas dores de um corpo há muito abandonado.
O céu de outono azulado e sem nuvens era mesmo de outros anos. Os poucos corredores que acordam cedo eram praticamente os mesmos. O que mudou? Tudo, pois a cada passo ficamos mais fortes, mais resilientes e capazes de buscar o melhor para nós e para àqueles que nos cercam. É a busca incansável pelo equilíbrio corpo/mente para viver de uma única m…