Pular para o conteúdo principal

Somos o que comemos


Somos o que comemos. Não lembro quando, ou onde ouvi esta frase, mas ela se aplica bem ao post de hoje. Mas a idéia não é falar dos malefícios da comida para a saúde, mas do impacto de uma alimentação saudável no seu desempenho como corredor. Se você achava que estaria livre para comer qualquer coisa desregradamente (como eu), você deveria continuar esta leitura.

O assunto veio a tona quando minha amiga Marta enviou um artigo sobre a alimentação de atletas para mim e coincidentemente eu havia acabado de ler uma matéria sobre o mesmo assunto no site da O2. A matéria da Marta falava sobre fadiga e a minha, mais incisiva, utilizara a palavra cãibra. Nas duas matérias entendeu-se que a propensão a lesões aumentava com má alimentação, mas eu não estava satisfeito. Ainda faltava a cereja do bolo para este post ficar legal e esta apareceu.

A discussão sobre o Gatorade no BlogCorreria me fez refletir sobre o Malto Dextrin. Ele é rico em carboidratos e sódio (acho que o termo sais minerais vai além do sódio, mas preciso pesquisar), bom para ingestão antes e durante os treinos. Porém, não supre a demanda por proteínas exigida no pós-treino.

Eu esbarrei em um artigo muito bom das nutricionistas Mariana e Carolina sobre probióticos no site da O2. Se eu soubesse, faria mais uso do iogurte e outros probióticos na minha alimentação a mais tempo.

Enfim, vale a pena conferir as matérias.

Comentários

  1. é... alimentação é tudo na vida do atleta...
    Parabéns pelo post´s muito bem lembrado falar sobre esse tema!!!
    \o/simbora treinar
    \o/ simbora correr
    www.marlipalugan.blogspot.com
    Twitter:@marlipalugan

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Obrigado por você passar por aqui.
Deixei sua opinião ou comentário sobre o tema. Uma boa conversa é sempre salutar.
Boas passadas!

Postagens mais visitadas deste blog

André e seu novo tênis: Asics Kayano 20 NYC

Segundo o Garmin Connect foram 771 km corridos em 105 treinos. Foi assim que larguei o aço no meu antigo Asics Kayano 20. Gostei tanto dele que dei um jeito de encontrar seu irmão siamês, criado exclusivamente para homenagear a Maratona de Nova Iorque de 2013. Após o cancelamento da prova em 2012, o retorno de uma das mais tradicionais provas de rua precisava ser cheia de pompa. E a Asics não brincou em serviço. Além de muito bonito, o tênis tem tudo o que preciso para continuar evoluindo até outubro: estabilidade e conforto.
Muito já foi dito sobre a importância (ou não) do tênis na vida de um corredor. Eu sou do time que acredita que um bom tênis faz a diferença, tanto que hoje eu aceito usar qualquer tênis para correr desde que seja o Asics Kayano. Dentre minhas teorias eu acredito que ele seja o tênis mais eficaz para corredores de pisada pronada e que pesem mais de 90 kg. Como já mencionei em outros posts sobre tênis, já tentei utilizar outros modelos sem muito sucesso. Alguns aca…

Asics, Fundação do Câncer e o GEL-Noosa TRI 10

A Asics e a Fundação do Câncer chegam ao terceiro ano de uma campanha, onde 10% da receita da compra de produtos da coleção Accelerate Hope será doada para a Fundação do Câncer. Pesquisando sobre o modelo do tênis envolvido na campanha descobri que este foi feito para pronadores como eu!
A Edição especial da série GEL-Noosa TRI 10 com cores comemorativas da campanha Accelerate Hope, além do visual, a nova entressola Solyte e a placa Propulsion Trusstic garantem melhor amortecimento e resposta mais rápida durante as passadas. A altura do calcanhar reduzida oferece mais performance com um contato mais eficiente.
O que eu sei sobre este modelo?
Praticamente nada. Um verdadeiro tiro no escuro. O blogueiro Victor Caetano deixou seu feedback sobre o modelo no Corrida Urbana. Vale a leitura. O que me chamou atenção foi o menor peso em relação ao Kayano, referência para quem tem pisada pronada (na minha humilde opinião).
O tênis é muito difundido entre triatletas e o cardaço elástico foi feito ju…

Rebuild

Umas das coisas que mais admiro nesta vida é a possibilidade de mudar as coisas. De desenvolver, criar, crescer. Uma das coisas que mais tenho receio nesta vida é o imponderável, pois ele é a pitada de improvável em nossos planos, mas como diria Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência. E assim vou eu após praticamente cinco meses sem colocar o tênis.
Sair hoje cedo (não tão cedo quanto nos velhos tempos) para meu primeiro treino do ano foi muito bom. Não aconteceu nada de novo ou inesperado. Trote leve por quarenta minutos, coração com frequência alta e algumas dores de um corpo há muito abandonado.
O céu de outono azulado e sem nuvens era mesmo de outros anos. Os poucos corredores que acordam cedo eram praticamente os mesmos. O que mudou? Tudo, pois a cada passo ficamos mais fortes, mais resilientes e capazes de buscar o melhor para nós e para àqueles que nos cercam. É a busca incansável pelo equilíbrio corpo/mente para viver de uma única m…